E-commerce e marketplaces

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Não é novidade que as lojas virtuais aumentaram ao longo de 2017, como foi previsto no levantamento realizado pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) — e isso inclui e-commerce e marketplaces. Pensando nesse mercado, muitos empresários têm feito bons investimentos no setor, já que reconhecem o potencial das negociações no ambiente online e, por isso, não cogitam ficar de fora das possibilidades de lucro.

Despertar a atenção do consumidor não é uma tarefa fácil, é necessário muito planejamento e estudo, já que não é de hoje que ele vem se tornando cada vez mais exigente. Com tanta gente a espera de bons resultados, é compreensível que haja um aumento na competitividade.

A escolha do modelos de negócio deve ser feita com muito cuidado, já que pode influenciar na movimentação do fluxo de caixa. Portanto, a decisão não deve ser tomada de forma isolada, e precisa levar em consideração as características de cada segmento.

O que é e-commerce?

No Brasil, a palavra e-commerce quer dizer comércio eletrônico. Nesse caso, as transações de compra e venda são efetuadas pela internet, o consumidor tem acesso aos produtos e preços, podendo conferir a descrição do produto e as formas de pagamento. Geralmente, as plataformas disponibilizam várias opções de pagamento e canais de comunicação. A vitrine não fecha nunca — por isso, a proposta torna-se ainda mais interessante em termos de faturamento.

Mas, diferentemente do modelo de loja convencional, o processo de venda não finaliza quando o comprador termina o checkout e aperta “Ok”. Existe, ainda, a necessidade de um suporte logístico para entregar o produto no endereço fornecido pelo cliente.

O que é marketplaces?

O marketplaces,conhecida como shopping virtual, possui algumas semelhanças com o e-commerce, uma vez que o cliente também efetua as compras pela internet. O termo, em inglês, é resultado da junção das palavras market, cujo significado é “mercado”, e place, que na tradução quer dizer “local”. Ou seja, o espaço remete a algo maior e, por isso, comporta várias lojas.

O formato é bem útil para determinados segmentos, apesar disso, é importante pensar sobre a eficácia desse exemplo para o seu nicho de atuação, pois a proposta é de que o consumidor tenha acesso a um agrupamento de lojas e não apenas uma.

Quais são as diferenças?

Antigamente comprar pela internet não era muito comum, já que existia uma preocupação maior em relação a segurança e prazos de entrega. Hoje em dia, existem muitas empresas especializadas no setor, garantindo que mais pessoas utilizem o recurso como uma forma de comodidade e praticidade na hora de realizar uma compra. isso também pode ser explicado pelo fato das pessoas estarem cada vez mais ocupadas para ir até a loja e adquirir o produto.

  • Estoque: Ao inserido em algum player de marketplaces deve ficar de olho no estoque, pois estar em outras frentes de loja, consequentemente, amplia a capacidade de gerar vendas. Portanto, a gestão em logística tem um papel importantíssimo na administração das mercadorias. Por meio dos softwares de gestão, conseguimos distribuir os produtos proporcionalmente, ou seja, a gente consegue realizar uma melhor disposição dos itens, a loja virtual faz a integração com o sistema dessas plataformas gigantes.f
  • Estrutura: Criar um e-commerce do zero, dependendo da sua dimensão, pode custar caro. Por exemplo, para possuir a própria loja, o empreendedor precisa comprar o direito de uso do software e ainda pagar pelo desenvolvimento da plataforma. Existe a opção de se obter o código gratuitamente (Open source), porém, nem todo mundo é perito em Tecnologia da Informação (TI). Daí, apesar do benefício, é necessário que exista um investimento por parte da empresa. No marketplace, você já encontra tudo isso, sem qualquer custo adicional;
  •  Alcance: Se a sua loja ainda não é conhecida, os marketplaces podem ajudá-la a crescer, pois eles geram um tráfego de visitantes significativo, todos os dias. Ou seja, com isso, você potencializa o fluxo de consumidores no seu e-commerce e ainda melhora no quesito reputação. Uma loja nova não consegue se destacar tanto em curto período de tempo, mesmo investindo uma grande quantidade de dinheiro em marketing digital e publicidade;
  • Risco financeiro: Abrir um negócio sempre gera incertezas, independentemente da esfera na qual o estabelecimento é implantado. Isso porque o mercado muda com muita frequência e os mais rápidos são os que conseguem garantir a sobrevivência. Sabemos que a internet nos oferece possibilidades incríveis de levar os produtos aos clientes, de uma forma prática e cômoda para eles.

Fonte: frenet

 

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