Você conhece o Marketplace?

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Muito se fala do Marketplace, mas afinal, você sabe o que é?

O grande diferencial do Marketplace é ter vantagens para todos os envolvidos: consumidor, lojista e operador.

O Marketplace é uma modalidade de loja online cada vez mais comum: trata-se de uma loja como um shopping online, onde vários vendedores, pessoas ou empresas, colocam seus produtos à venda em uma área comum de e-commerce.

São exemplos de Marketplace a Amazon, o Ebay, o Extra.com.br, a Livraria Saraiva online, o Mercado Livre etc. .

Tipos de Marketplaces

Os e-Marketplaces podem facilitar negócios entre:
• Empresas (B2B – Business to Business);
• Empresas-Consumidores (B2C – Business to Consumer);
• Consumidores-Consumidores (C2C – Consumer to Consumer);
• Empresas-Governo (B2G – Business to Government);
• Governo-Cidadão (G2C – Government to Citizen).

Nestas lojas virtuais, o consumidor interessado em comprar algum produto ou serviço pode consultar um catálogo online, fazer encomendas, transações financeiras, consulta ao processo de compra etc.

As transações são processadas pelo operador do Marketplace, que depois repassa a porcentagem do valor das vendas combinada para o lojista. O armazenamento e a logística de entrega ficam sob responsabilidade da empresa que comercializou os produtos vendidos através do Marketplace.

Vantagens do Marketplace

O grande diferencial do Marketplace é ter vantagens para todos os envolvidos: consumidor, lojista e operador do Marketplace.

O pequeno varejista precisa de tráfego para sua loja virtual, fator crucial para que ele consiga vender. Sendo pequeno e pouco conhecido, o Marketplace fornece respaldo de marketing e publicidade e este tráfego de potenciais clientes. Isso significa aumento da visibilidade dos produtos e menor investimento em marketing para alavancar as vendas.

Além disso, acompanhando as métricas da “loja virtual”, é possível identificar melhores práticas, tendências e soluções para problemas que possam estar afetando o desempenho do negócio.

Para o operador do Marketplace, este modelo de negócio impulsiona as suas receitas através do comissionamento recebido pelas vendas; a variedade de produtos ofertados estimula a compra; o ticket médio da loja aumenta; e é mais fácil fidelizar os clientes.

Já o consumidor encontra produtos de diversos segmentos em um só local, agregando valor à experiência de compra; tem acesso a preços mais competitivos; pode realizar compras em diferentes “lojas”, pagando pelos produtos em uma única transação.

Mercado do Marketplace – Dados

Os consumidores compram em mercados há milênios. No Antigo Egito, os comerciantes se reuniam às margens do Nilo para aproveitar a passagem dos marinheiros e trocar produtos por grãos. A invenção da moeda foi, sem dúvida, um grande fator de mudança, mas a invenção da Internet há 25 anos talvez tenha tido o maior efeito sobre os negócios do varejo até hoje. Neste ano, mais de $1.5 trilhões serão gastos online por compradores do mundo inteiro e esses números tendem a subir.

A enorme adoção da Internet para fazer compras foi, em parte, alavancada pelo desenvolvimento dos Marketplaces que permitem que os varejistas vendam para todo o mundo, alcancem novos mercados e consumidores e compitam com players já bem estabelecidos no mercado.

Os Marketplaces estão ajudando os pequenos comerciantes online a nivelar o campo desse jogo, pois oferecem acesso a uma base de clientes infinitamente grande e toda a infraestrutura necessária para vender online.

O preciso saber para começar meu Marketplace?

Os Marketplaces são ótimas opções quando o objetivo envolve o aumento de conversões e o desenvolvimento do seu e-commerce, mas há de observar-se que quanto à assistência e suporte ao lojista o modelo ainda possui lacunas.

Como as equipes de assessoria e atendimento dos Marketplaces muitas vezes não crescem na mesma proporção das vendas, podem ocorrer déficits tanto para o lojista e-commerce como para o consumidor. “Você deve estar preparado, tenha muita atenção quanto à indexação de itens e a organização dos seus produtos dentro do Marketplace. Previna-se, faça o controle e a conferência de processos, operações e valores  para o seu negócio e a sua marca não saírem no prejuízo.

O lojista precisa ter em mente que a energia que deve ser dispensada à gestão de uma operação no Marketplace é proporcional a energia dispensada à gestão da sua loja e-commerce. É preciso acompanhar toda a operação gerindo os processos e isso demanda energia e tempo.

Além das equipes, o “alto escalão” também deve dispender energia para maximizar todas as possibilidades da operação. A parceria deve ser acompanhada de perto, alinhada a cada desvio e, visto que tendências mudam muito rápido, é preciso ter total conhecimento da operação para renegociações e para que a tomada de decisões seja assertiva.

Falando em decisões, “informações precisas são a base das melhores estratégias” e por isso sua análise de métricas de performance deve ser constante. “Você vai entrar em uma operação que viabiliza suas ofertas a um fluxo de alguns milhões de visitantes e vai se arriscar a fazer isso no escuro? Tenho certeza que não! Tenha um plano de negócios e políticas de preço bem definidas, trabalhe com metas – específicas para os canais individuais e para Marketplaces distintos – e não esqueça que informação aumenta conversão, portanto, faça acompanhamentos diários dos indicadores e monitore resultados”.

Fique atento! Dois gargalos do e-commerce também interferem nas operações Marketplaces. O primeiro deles é a logística com seus altos custos, que “além de sua responsabilidade na parceria é um dos seus principais pontos de interação e ganhos na preferência do consumidor. Não deixe que falhas na armazenagem, estoque, envio ou entrega comprometam os seus resultados”.

O segundo ponto é mão de obra especializada e visto que o setor já apresenta dificuldades na contratação de profissionais capacitados, você não pode perder tempo. Planeje sua atuação e prepare-se para treinar suas equipes, mas prefira buscar um parceiro especializado à arcar com eventuais prejuízos.

Integração – Marketplaces + Magento

A Integração das lojas de varejo com os Marketplaces é uma tendência crescente no e-commerce. Frente à concorrência com essas grandes lojas virtuais, a integração parece ser uma ótima solução para que o pequeno varejista mantenha e, também, conquiste novos espaços no mercado.

Para que um e-commerce tenha sucesso é necessário estar atento às tendências do mercado. Buscar as melhores soluções a fim de otimizar os processos de venda, aumentando a taxa de conversão e o ticket médio dos clientes. Essa preocupação deve ser constante. E oferecer seu produto em mais de uma plataforma pode ser uma boa resposta. Mas como fazer isso?

Ferramentas de Integração

As ferramentas de integração são essenciais para que a parceria entre lojas pequenas e os grandes Marketplaces sejam simplificadas e funcionem com eficiência.

Primeiro, certifique-se que a plataforma escolhida para seu e-commerce permite a integração com o Marketplace escolhido. Plataformas mais robustas, como Magento, suportam melhor esse tipo de operação.

Depois é preciso escolher o módulo ideal de integração multicanais. Ferramentas que operam via API são excelentes opções. Temos observado clientes que operam módulos semelhantes de integração com o Extra e Mercado Livre, os resultados observados têm sido extremamente positivos.

O que faz um módulo de integração?

Essas ferramentas permitem que o lojista escolha quais dos seus produtos serão anunciados no Extra (ou qualquer outro Marketplace integrado) e também que atualize os dados sobre esses produtos diretamente da plataforma do seu e-commerce. Ao mesmo tempo, é possível fazer o caminho contrário. Se um produto do lojista está anunciado no Extra, mas não ainda na sua loja virtual, ele pode importar as informações diretamente de lá. Além de prático, esse processo otimiza a velocidade da venda, já que permite a rápida atualização dos produtos.

Outro ponto a se considerar, ao optar pela integração com grandes Marketplaces é a contratação de um sistema eficiente de BackOffice ou E-RP, que com certeza facilitam (e muito) o processo de gerenciamento e controle de estoque, emissão de notas e gestão do e-commerce de maneira geral.

É fato que a integração com Marketplaces ainda gera dúvidas para muitos empreendedores, mas a experiência tem nos mostrado que as lojas de varejo tem muito a ganhar com essa parceria. Com o auxilio das ferramentas de integração, os processos de gerenciamento ficam muito mais simples, o que acaba resultando no aumento considerável das vendas.

Claro, é preciso avaliar caso a caso. Contar com o suporte de consultores e uma equipe que realmente entenda do mercado é essencial. Ferramentas e tecnologias que facilitem a operação e conhecimento do cenário econômico somados a uma gestão eficiente podem fazer da integração com Marketplaces uma excelente alternativa para a sua loja virtual. Basta encontrar os parceiros e a estrutura correta para entrar nessa, pense nisso!

E, caso você queira saber como funciona, nossa equipe pode te ajudar!
Entre em contato e esclareça suas dúvidas!

Fontes: Sebrae, Ronaldo Diniz, Profissional do E-commerce, E-commerce Brasil.

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