Panorama e-commerce Brasil

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O e-commerce é muito utilizado nos dias atuais já que oferece diversos benefícios para os consumidores, mas ele só proporciona resultados positivos quando utilizado de forma correta e, principalmente, planejado com toda atenção e baseado em resultados do mercado brasileiro e, se possível, internacional. Um dos principais fatores para se obter êxito nos negócios é monitorar o setor de atuação, no caso dos empreendedores que atuam no mercado de varejo, é importante acompanhar todos os detalhes do e-commerce no Brasil.

Existem vários fatores que transformam a sociedade e impactam no comércio, como as novas tecnologias, mudança no perfil e o hábito de consumo das pessoas. Com base nesses resultados, é possível conduzir as estratégias e o posicionamento da empresa de forma mais eficiente e lucrativa. Realize pesquisas, analise o comportamento do cliente e, principalmente, conheça os interesses dele.

Não é novidade que no nos últimos anos o Brasil sofreu a pior crise econômica das últimas décadas. Já 2017 vem sendo um ano de ligeira retomada da economia e de aumento do PIB, afirmam especialistas. Durante este período, o comércio eletrônio ganhou força, por outro lado o varejo físico sofreu uma queda nas vendas. Faz um tempo já que o comércio eletrônico aumenta seu faturamento ano após ano. Para este ano era esperado que as vendas realizadas pela internet representem 4,3% de todas as vendas. No ano anterior, essa parcela foi de 3,8%.

Em 2016, o segmento faturou em torno de R$ 44,4 bilhões, para 2017 foi estimado pelo  E-bit um crescimento de 12%, totalizando 49,7 bilhões. Já a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) faz uma estimativa ainda mais otimista para 2017. Segundo a entidade, o setor fechará o ano com um faturamento de R$ 59,9 bilhões. Em volume de pedidos, este ano o e-commerce deve crescer 3,5%, totalizando cerca de 200 milhões de transações, e a média do ticket médio deve ser de R$ 452,00.

Panorama do e-commerce

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No final do ano passado, o E-commerce Brasil, em parceria com o Sebrae Nacional, divulgou a 3ª edição da Pesquisa Nacional do Varejo On-line, trazendo importantes indicadores do panorama do e-commerce brasileiro.

  • Taxa de abandono de carrinho;
  • Desempenho da lojas virtuais;
  • Dificuldades do e-commerce.

Dentre os resultados, destaque para o índice de abandono de carrinho, que vêm reduzindo conforme o histórico da pesquisa. Em 2014, essa taxa era de 58%, diminuindo para 38%, em 2015, e chegando, no último estudo, a 34%. Isso mostra o quando as empresas que atuam no comércio virtual estão se profissionalizando e investindo para aumentar a competitividade.

Ainda de acordo com o estudo, 58% das empresas participantes afirmaram operar com lucro, e 28% empatam lucro com prejuízos, indicando o quanto o setor apresenta uma boa taxa de sucesso para empresas sérias. A taxa de conversão permaneceu na casa dos 1,5%, e o volume de pedidos mensais foi de 50 transações. Quanto ao porte das lojas virtuais, a pesquisa mostrou que 90% delas são pequenas e médias empresas.

No que diz respeito às dificuldades em trabalhar com e-commerce, os e-varejistas apontam a tributação, a logística e o marketing como os principais entraves. Isso mostra o quão relevantes são os serviços de integração de fretes e inteligência em marketing para tornar o e-commerce mais competitivo.

De acordo com o estudo do E-commerce Brasil, em 2016, os segmentos que lideraram as vendas no e-commerce foram: moda (30%), casa e decoração (13%), informática (12%), beleza (10%), eletrônicos (9%) e esporte e lazer (7%). Segundo o presidente do E-bit, Pedro Guasti, este ano os setores que mais devem faturar no varejo virtual são: eletrodomésticos, eletroportáteis e celulares, utilidades domésticas e peças para automóveis.

Quanto ao uso de dispositivos móveis para acessar a internet, os dados apenas comprovam o que já vem sendo afirmado há um tempo. Segundo o IBGE, mais de 90% do acesso à rede é feito por smartphones e tablets. No referido a compras por esses aparelhos, a participação deve ser de 32% este ano. No ano passado, foi de 21,5%; e, em 2015, 12%.

Fonte: frenet

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