E-commerce | Conceitos para abrir uma loja virtual

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Não é preciso ser especialista para entrar no comércio eletrônico, mas é importante saber alguns termos específicos desse mercado.
O comércio eletrônico não é mais uma novidade para a maioria dos brasileiros, porém, esse mercado está longe de estar saturado. Há bastante espaço para quem quer empreender no setor.

Há diversas companhias especializadas na criação de lojas virtuais a preços atrativos para empresários iniciantes. No entanto, é importante que um leigo conheça alguns termos específicos e suas funções.

Confira alguns dos conceitos essenciais para os interessados no comércio eletrônico.

1. Plataforma e-commerce
Toda a “mágica” no comércio eletrônico começa com uma plataforma, que nada mais é do que um software responsável pela exibição e pelo gerenciamento da loja. Além de permitir que os consumidores naveguem e comprem, a plataforma ajuda a gerenciar estoques, clientes, preços e vendas. Existem várias ferramentas disponíveis no mercado. Por isso, para fazer uma escolha adequada é preciso analisar as opções oferecidas.

2. Gateways e facilitadores de pagamento
Estes são os canais que têm a função de realizar as transações financeiras da sua loja virtual. A diferença essencial entre as duas ferramentas é que o gateway liga um comércio eletrônico diretamente a uma instituição financeira, enquanto um facilitador coleta, processa e liquida as transações.

Cada um tem seus prós e contras: um facilitador, cujo player mais conhecido é o PayPal, é mais barato que um gateway. Por outro lado, a maioria dos facilitadores redireciona o comprador para outra página, onde deverá ser realizado um outro cadastro. Essa pequena burocracia faz com que muitos clientes desistam da compra.

Já quem contrata um gateway elimina o cadastro exigido pelo facilitador – a compra é fechada no ato. De acordo com Gabellini, lojas com maiores volumes de transação devem optar por essa alternativa mais robusta.

3. Chargeback
O chargeback (“cobrar de volta”) é o cancelamento de uma venda. A ocorrência acontece, por exemplo, quando o titular do cartão utilizado na compra diz não ter feito nenhuma transação. Quando um empreendedor contrata um gateway, a devolução do dinheiro é sua responsabilidade, enquanto os facilitadores de pagamento assumem o risco.

4. SSL e HTTPS
São certificados e protocolos que oferecem ao usuário uma garantia que os dados transferidos entre o computador e a loja estão criptografados e, consequentemente, seguros. Um site com https pode ser identificado pelo endereço com “https://” ou por um cadeado verde que fica à mostra na barra de endereço do navegador.

5. SEO
É o acrônimo de “search engine optimization”. Além das palavras-chave, os motores de busca destacam páginas que tenham qualidade e coerência. É aí que entra o SEO, um conjunto de técnicas cujo objetivo é colocar sua empresa no topo.

6. Servidor
Local onde ficará armazenada a sua loja virtual. Este é um ponto crucial, pois é importante confirmar que a sua plataforma está em uma estrutura robusta – resistente a falhas que podem tirar um site do ar e com condições de aguentar um eventual aumento de tráfego de sua loja.

Conhecendo esses 6 conceitos, você já pode começar com sua loja virtual, afinal, isso não é um bicho de sete cabeças.

E, nós da Projecttus, podemos te ajudar.
Entre em contato conosco, se informe sobre nossas plataformas e saiba qual delas é a mais adequada para seu negócio.

Fonte: Revista PEGN

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